sábado, 19 de fevereiro de 2011

POÉTICA DA CIDADE - Prêmio Funarte de Dança Klauss Vianna 2008


Projeto que tem por objetivo DANÇAR A CIDADE. Resignificar o espaço urbano por meio da dança ropondo a contextualização histórico-cultural via corpo/dança. Dançamos quatro espaços de Maceió: O Memorial à República que contou coma participação de 28 dançarinos, em sua maioria alunos do Curso de Dança/Licenciatura da UFAL. Dessa primeira experiência cinco pessoas se uniram a Telma César e Ane Oliva que já integravam o elenco da Cia dos Pés para consolidarem o novo elenco dessa Cia. Depois, dançamos a ponte do riacho salgadinho, a associação comercial e os pilotis do clube alagoinhas. Outros espaços virão...

Poética da cidade - "Azulquente" - 2010 (em processo)


Na primeira etapa de desenvolvimento do projeto poética da cidade fizemos apenas uma improvisação no pilotis do clube alagoinhas no dia internacinal da dança em 29 de abril de 2010. Experiência muito rica! Buscaremos condições para desenvolvermos esse trabalho! aguardem

Poética da cidade - "Dentroforaadentro" - 2010




Em dentroforaadentro dançamos o predio da associação comercial de Maceió
Pensar o espaço como um espaço vivo
Espaço sujeito a relações e perspectivas que o coloca em movimento
Dançar o espaço, colocar-se numa perspectiva relacional retirando-o da fixidez e situando-o no momento presente da ação de quem faz e de quem aprecia
Entre dois, uma terceira possibilidade se anuncia

Poética da Cidade - "Miami dos mendigos" ou "As privadas" - 2009




Dançamos a ponte do riacho salgadinho, a praia da avenida, as águas do mundo... pensamos o que é e onde está a beleza das nossas praias tão cantadas e enaltecidas por aqueles que nelas não se banham

Poética a Cidade - "Qual é a história que você quer que eu conte?" 2009



Dançamos o Memorial à República. Em nossas investigações descobrimos tantas outras histórias submersas às versões históricas que nos chegam sobre a proclamação da República. Tantos modos de entender esse advento e tantos aspectos que nos fazem perceber aspectos da nossa cultura configurados no modo de ser e existir do alagoano e que não nos são revelados pelos processos de formação tanto formais quanto informais por que passamos.

"Ciranda Branca" - 2006 Cemitério Campo Santo Parque das Flores

Pela segunda vez dançamos no cemitério Campo Santo Parque das Flores no dia de finados, ano 2006
Se a morte é começo por que não celebrar?

"Tudo está por começar" 2005 Cemitério Campo Santo Parque das Flores

Título dado por Jorge Schutze ao trabalho da Cia dos Pés no Cemitério Campo Santo Parque das Flores em Maceió durante as comemorações ao dia de finados em 2005
Se a morte é começo por que não dançar?